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Pedro Braiti

Engenharia de computação · Curitiba, Brasil

Sobre

Engenharia de computação na PUCPR, em Curitiba. Duas empresas minhas, dois contratos e uma teimosia em medir as coisas.

Comecei modelando em 3D aos dezesseis anos, atendendo gente de fora do Brasil antes de escrever qualquer linha de código para valer. Essa habilidade nunca virou hobby — ela virou a Octus Forge, onde hoje reviso o trabalho de seis modeladores em três países.

O software veio depois, e veio junto. Hoje construo sistemas que operam sozinhos: um agente que executa ordens numa corretora de verdade, um detector que encontra painéis solares em imagem de satélite, um pipeline que monta um vídeo inteiro sem ninguém no meio.

A parte que me interessa nesses três não é a inteligência artificial — é o que acontece quando ela erra. Um agente com acesso a dinheiro precisa de uma trava que feche por padrão. Um modelo com métrica alta demais precisa de alguém desconfiado o suficiente para conferir o próprio conjunto de teste. Um vídeo com números na tela não pode deixar o gerador de imagem inventar os números.

Foi por isso que todo projeto aqui termina num número: medido por mim, com a condição em que medi, ou marcado como "do projeto" quando a apuração não foi minha — porque número sem condição é propaganda. Esses números ficam na página de cada projeto, onde cabe a conta inteira, e não em manchete: o que importa não é o número ser grande, é ele ser verdadeiro.

Como eu trabalho

Eu opero uma estrutura de agentes de IA com áreas separadas: cada frente do meu trabalho tem um contexto próprio, um registro de decisões e um backlog, e um canal por onde essas frentes conversam entre si. Este site foi construído dentro dela.

O que eu faço

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